Antes de me apaixonar pela pediatria, eu me interessei pelas neurociências, participando de pesquisas acadêmicas na área de envelhecimento e cérebro. Me encantei primeiro pelos idosos, e, ao final da faculdade, pelas crianças. Hoje, como pediatra, penso muito sobre esta transformação da criança num ser adulto. Sendo assim, é fundamental que se busque a prevenção para obter maior qualidade de vida a longo prazo.
Sabemos que muitos pais só procuram o pediatra quando algo não vai bem. Mas e se pudéssemos inverter essa lógica?